Mário e os amigos estavam na sala a fazerem torneios de FIFA na XBOX e Bruna estava na cozinha a acabar de preparar um lanche para os rapazes. Tudo corria normalmente até que Mário entrou na cozinha a dizer que o seu pai já tinha chegado para os dois saírem, chegou mais cedo do que tinham combinado. Bruna chamou-o à atenção de que era desagradável deixar os amigos e que ela tinha preparado todo aquele lanche que agora seria desperdiçado, mas o rapaz queria mesmo sair com o pai, então despediu-se dos amigos e saiu com o pai. Bruna pediu desculpa pelo filho e disse aos rapazes que podiam ficar a jogar mais algum tempo, como teriam feito se o filho dela não tivesse ido embora, e depois podiam lanchar, pelo menos assim não se desperdiçava toda aquela comida. E depois Bruna reparou melhor no que tinha à sua frente, o filho tinha saído durante o resto do dia e ela estava sozinha em sua casa com oito rapazes, a maioria deles já tinham fodido com ela, e Bruna começou a ter umas ideias selvagens e começou a ficar húmida de excitação. Dos que ali estavam José, Hugo, Daniel, Carlos e o seu sobrinho Pedro já tinham fodido com ela, os outros três, Rui, Ivo e André não tinham tido essa sorte, ainda. Bruna começou a pensar no que oito rapazes jovens cheios de tesão lhe podiam fazer e ia ficando cada vez mais húmida, se ao foder com um ou dois homens já tinha prazer extremo imaginava como seria com oito, provavelmente desmaiaria de prazer. Não podia deixar esta oportunidade escapar, então interrompeu o jogo dos rapazes.
- Já que o Mário foi embora, porque é que não fazemos algo mais interessante do que jogar XBOX?
Os cinco que já haviam fodido com ela perceberam logo o que Bruna queria, mas os outros três não, por isso quando ela começou a despir a blusa e as calças foram apanhados de surpresa. Bruna ficou em lingerie em frente ao grupo de rapazes, soutien e cueca fio dental de renda vermelhos.
- Em vez de jogarem FIFA não preferem jogar FODA? São oito contra uma, mas eu aguento bem com vocês, não sei é se vocês aguentam comigo – provocou-os Bruna.
Todos os rapazes gritaram em concordância e de felicidade e começaram a tirar a roupa. Enquanto eles se despiam Bruna avisou-os:
- Só imponho uma regra: nada de se virem dentro da minha cona, se sinto alguém a vir-se dentro da minha cona acabou a brincadeira. E isto fica só entre nós, mais ninguém pode saber disto principalmente o meu filho.
Todos acenaram afirmativamente e então Bruna despiu a lingerie. Uma vez nua deu uma volta para os rapazes apreciarem bem o seu corpo e era ainda melhor do que eles tinham imaginado (isto para aqueles que ainda não a tinham visto nua). Os rapazes ainda não tinham caído em si de alegria, mesmo os que já tinham fodido com Bruna, a mãe do amigo deles de quem eles tanto falavam estava a oferecer-se para fazer coisas com eles que eles só pensavam que aconteceriam em sonhos.
Bruna foi para o meio dos rapazes e eles começaram a apalpá-la, oito pares de mãos percorriam todo o seu corpo e dedos já entravam no seu pito e cu, algo que eles faziam era enfiar os dedos no pito dela e depois mete-los à boca para saborearem o suco que escorria em abundância de dentro dela. Depois Bruna ajoelhou-se e foi a vez de ela provar o sexo deles, alguns deles ela já conhecia e nunca era demais repetir. Com os oito rapazes a formarem um
círculo à sua volta Bruna ia rodando por todos, sempre com uma pila na boca e uma em cada mão. Bruna estava a adorar toda aquela agitação de ir rodando de piça em piça, em menos de um minuto chupava oito pilas diferentes. Mas havia outros sítios onde aquelas oito pilas tinham que entrar, por isso quanto sentiu que eles já estavam tesos ao máximo foi deitar-se de barriga para cima na mesinha de centro da sala de estar e abriu-se toda para eles.
- Um de cada vez, escolham o buraco que quiserem, e fodam-me o melhor que conseguirem. E para os que estão à espera de me arrombar a cona ou o cu não se esqueçam que tenho as mãos e a boca sempre prontas a receber as vossas deliciosas piças.
Posto isto André foi mais rápido que os outros e enfiou-lhe logo a pila no cu, os outros foram-se distribuindo pelos restantes spots de diversão e iam alternando posições entre si. Bruna nem sabia a quem estava a fazer o quê, não sabia de quem era a pila que punhetava com a mão direita, não sabia de quem era a pila que punhetava com a mão esquerda, não sabia quem lhe estava a foder o cu ou a cona, pois a sua cabeça estava inclinada para trás e havia sempre um rapaz, que ela também não conseguia ver quem era, a foder-lhe a boca, a boca dela era penetrada com a mesma intensidade que a cona ou o cu, aquilo não eram meros broches, Bruna sentia as pilas dos rapazes chegarem-lhe à garganta. Às vezes um deles punha-se por cima dela, metia a pila no meio das mamas dela, apertava-as em torno dela e fodia-lhe as mamas, Bruna não se tinha lembrado que eles também podiam fazer aquilo mas eles não perderam essa diversão. Durante o tempo que aquilo durou Bruna não sabe quantas vezes se veio, mas foram mesmo muitas, e os rapazes também se vinham inúmeras vezes, ela sentia eles a virem-se dentro do cu dela, engolia quando se vinham na boca dela e sentia o esperma quente que saltava das pilas deles no seu corpo, sentia a esporra escorrer pelas suas mamas, pela sua cona até ao olho do cu, pelas suas pernas, na sua cara e na sua barriga, eles vinham- se e ficavam tesos novamente e voltavam a vir-se e a ficar tesos outra vez, eram incansáveis. Aqueles oito rapazes estavam a cobri-la de esporra e ela estava a adorar e queria mais e mais. E esse querer fê-la levantar-se, os rapazes ficaram à espera de novas instruções, ela empurrou Ivo que caiu sentado no sofá e montou-o enterrando a pila do rapaz totalmente no seu pito, os restantes rapazes continuavam à espera de instruções.
- O meu cu está com ciúmes da minha cona por ela ter uma piça enfiada e ele não – Hugo que estava mais perto saltou-lhe logo para cima e enterrou-lhe a piça no cu - E não se esqueçam que a minha boca e as minhas mãos também gostam muito das vossas pilas.
Os rapazes treparam para o sofá e em menos de 5 segundos Bruna tinha uma pila em cada mão e outra na boca. Os restantes rapazes batiam punhetas à espera da sua vez. Com a mesma voracidade com que dois rapazes a penetravam, Bruna chupava um terceiro e punhetava outros dois. Bruna foi duplamente penetrada de todas as maneiras possíveis, teve uma pila na cona e outra no cu ao mesmo tempo, duas na cona simultaneamente e duas no cu simultaneamente. Os buracos de Bruna nunca tinham estado tão abertos e era tão bom, Bruna só lamentava não ter feito aquilo antes, os orgasmos seguiam-se uns aos outros, houve alturas em que, por instantes, Bruna perdeu os sentidos de tanto prazer. Os rapazes iam trocando de lugares sucessivamente, Bruna montou-os todos e todos a montaram, sempre agarrada a duas pilas e a chupar noutra. Também os rapazes não paravam de se vir, mas sempre com o cuidado de não ejacularem dentro do pito de Bruna pois não queriam que aquilo acabasse. O cabelo dela estava húmido e peganhento com manchas de beita, pela cara, pescoço, mamas, barriga, costas, nádegas e pernas de Bruna escorria uma quantidade impressionante de esporra e essa quantidade não parava de aumentar, o tesão que aquela mulher dava aqueles rapazes era imenso e tornava-os incansáveis no ato de fode-la. Da sua parte, Bruna não se importava nada, pelo contrário, gostava e queria mais, não sabia que quantidade de beita já tinha engolido, mas queria mais, pois era delicioso.
Infelizmente para todos eles, não deixavam de ser humanos e os humanos cansam-se e com tudo aquilo era inevitável isso acontecer por isso quando o cansaço se tornou maior que o tesão era hora de terminar. Bruna deitou-se no sofá e pediu aos oito rapazes:
- Dêem-me um último banho com o vosso leite.
E eles não conseguiam dizer que não a nada que aquela mulher lhes pedisse, se já antes não conseguiam muito menos agora. Com a ajuda de Bruna e das suas mãos e da sua boca, as oito mangueiras deram um banho a Bruna confortavelmente deitada no sofá. Depois de despejarem tudo até à última gota os oito rapazes admiraram a sua obra. Bruna levantou-se e deu uma volta para eles verem melhor, ela estava coberta de beita da cabeça aos pés, cabelo, cara, pescoço, mamas, barriga, braços, pito, costas, nádegas, rego do cu, pernas, por todo o corpo escorria a esporra dos rapazes.
- Venham meninos, preparei um lanche. Acho que estamos todos a precisar de repor energias.
No caminho para a cozinha passaram por um espelho na parede da sala e Bruna viu o seu reflexo, viu o estado em que se encontrava, coberta com a beita daqueles oito rapazes.
- Uau, eu estou fantástica, uau. Eu tenho que ficar com uma recordação disto, imortalizar a minha imagem neste estado. Um de vós que me tire uma foto com o meu telemóvel.
- Pode filmar em vez de tirar uma foto. Um filme é melhor do que uma imagem estática – sugeriu Rui.
- Boa ideia, filma-me em todo o meu esplendor – concordou Bruna.
Pedro pegou no iPhone da tia e começou a filma-la, primeiro um plano geral, Bruna deu mais uma volta para que todo o corpo ficasse registado, depois o rapaz fez alguns close-ups das partes mais interessantes, do cabelo e da cara, das mamas, do pito e do cu, de dentro do olho do cu de Bruna escorria mais beita, não era de espantar devia ter quase tanta esporra dentro do cu como espalhada pelo corpo. Enquanto Pedro filmava Bruna deu um grande arroto, que a todos surpreendeu, inclusive a ela.
- Sabem a que é que estou a arrotar? – perguntou, retoricamente, Bruna – Estou a arrotar a esporra, à vossa esporra que engoli, foi tanta, sinto-me cheia dela, sinto mesmo o estômago cheio.
Depois foram para a cozinha e comeram o lanche animadamente, falando, comentando e trocando impressões sobre o que tinham acabado de fazer. Bruna não se limpava nem queria faze-lo, adorava mesmo estar coberta de beita, sempre que lhe apetecia lambia um pouco dela.
Infelizmente a hora dos rapazes se irem embora acabou por chegar e foi com tristeza que se despediram uns dos outros e de uma Bruna ainda coberta de esporra, mas Bruna "deu-lhes" alguma coisa para o caminho:
- Esta foi de longe a melhor tarde da minha vida e tudo graças a vocês. Muito obrigado meninos. E temos que repetir qualquer dia, porque já estou com saudades, se não fosse o risco de o Mário chegar a qualquer minuto, repetíamos já.
Os oito rapazes foram embora, mais animados sabendo que voltariam a foder a mulher das suas fantasias novamente. E Bruna ficou a pensar na sua vida nos últimos tempos, depois de se ter divorciado ficou mais de um ano sem foder, não aguentou mais e por impulso começou a foder com os amigos do filho e essa revelou-se a melhor decisão de toda a sua vida, aqueles rapazes apesar de novos e inexperientes são incansáveis e dão-lhe tudo o que ela quer as vezes que ela quiser e o estado em que se encontrava era a prova disso, apesar de se poder ver as vezes que quisesse no filme, Bruna ficou muito triste por ter que lavar tudo aquilo do seu corpo, sentia-se mesmo bem coberta de esporra, os rapazes iam ter que voltar a deixa-la naquele estado num futuro bem próximo. Já diz o ditado "Não há fome que não dê em fartura".
CONTO ERÓTICO ESCRITO POR: FERNANDO PESSOA