Sábado, 2 de Junho de 2012

FC E O ASSESSOR

Graças ao sucesso que teve com o negócio com o cliente angolano FC recebeu uma grande promoção. Era agora diretora comercial do banco, um cargo cheio de regalias: grande escritório na sede, carro da empresa, ordenado com cinco dígitos, entre outras. Além disso podia contratar um(a) assessor(a), que não é mais que uma palavra cara para secretária(o). Com vista a contratar alguém para o cargo num dos seus primeiros dias como diretora comercial, FC entrevistou pessoas para preencher a vaga. FC entrevistou uma série de candidatas ao cargo até que faltava somente uma pessoa e para surpresa de FC era um candidato. Mandou o rapaz entrar, era um jovem muito bem-apessoado, FC examinou o currículo do rapaz e perguntou-lhe:
- Vejo aqui que acabou à pouco tempo a universidade. Porque é que alguém com curso superior se candidata a um emprego destes?
- Porque não consigo arranjar emprego na minha área e preciso de trabalhar.
- E achas que tens o que é preciso para este cargo? Tens noção das coisas com que vais ter que lidar? – perguntou FC.
- Penso que sim – respondeu o rapaz um pouco hesitante.
- Então deixe-me mostrar-lhe o material com que terá que lidar.
FC levantou-se, contornou a mesa e sentou-se nela em frente ao rapaz apoiando as pernas nos braços da cadeira onde ele estava sentado ficando de pernas abertas em frente ao rapaz. Como estava de saia o rapaz tinha visão direta para as cuecas que lhe tapavam a racha.
- Achas que tens o que é preciso para dar bom uso a isto? – perguntou FC ao rapaz exibindo-se a ele. O rapaz ficou a olhar, surpreso com o que se estava a passar. FC insistiu – Tens ou não o que é preciso? Porque se és um piça murcha, podes ir embora, porque nunca conseguirás este emprego.
- Sim, tenho o que é preciso – respondeu o rapaz espicaçado pelo que FC disse.
- Hum, acho que é melhor fazer um teste para ver se ficas com o emprego ou não – disse FC, e arregaçou a saia e tirou as cuecas, expondo a racha ao rapaz – Faz-me um minete, se me fizeres vir em menos de 10 minutos o emprego é teu – o rapaz mais uma vez ficou a olhar e FC disse – O tempo já está a contar.
Ouvindo isto o rapaz caiu de queixo na racha de FC e começou a lamber. Começou pelo clitóris, lambeu-o até FC começar a ficar molhada, aí passou a lamber as bordas da racha e o suco que dela saía. FC, cada vez mais excitada, começou a apalpar as próprias mamas e a esfregar e a apertar os mamilos salientes da excitação. O suco vaginal de FC escorria pelas coxas dela e pelo queixo do rapaz e assim que o rapaz começou a penetra-la com a língua, dentro e fora, dentro e fora, dentro e fora, esfregando a língua no clitóris e nas bordas, FC veio-se na boca do rapaz que sorveu todo o suco que dela jorrou ao vir-se. Enquanto o rapaz limpava o molho de FC do queixo recebeu a boa notícia:
- Muito bem, fizeste-me vir em metade do tempo. Estás contratado. Começas a trabalhar amanhã. Quero-te aqui às nove hores e bem teso.

Terça-feira, 15 de Maio de 2012

RODRIGO - NUM CERTO DIA DE VERÃO

Num certo dia de verao, bastante quente, eu andava a passear na praia quando vi um rapaz que não conhecia mas que era bastante giro, era loiro, tinha olhos esverdeados e um corpo bastante atlético. Chamou-me logo a atenção mas continuei a andar, na volta para ir para casa, ao passar perto do local onde ele estava, o rapaz levantou,se e começou a correr para a agua, esbarrando-se contra mim propositadamente… eu cai um pouco atordoada e ele perguntou-me:

- Desculpa, não era minha intenção magoar-te, estas bem?

- Sim estou – disse eu. – não estava à espera que viesses contra mim.

- Desculpa, era só para me meter contigo, - respondeu. – chamo-me rodrigo e tu?

- Sou a Ana… nunca te vi por aqui... és de onde?

- sou de lisboa, vim cá passar férias, estou ali naquele hotel. Aceitas um café? Eu pago para me redimir.

- Sim claro. Pode ser !!

Aquele rapaz era lindo. Nunca tinha visto um rapaz tao sensual como ele. A minha sorte é que o bikini tava molhado e os calções disfarçavam um pouco o facto de eu estar excitada só de ver aquela pérola.

Quando chegámos ao hotel fomos a parte do bar beber um café como combinado, e íamos falando para nos conhecer-mos melhor.

A certa altura ele colocou-me a mão na perna e perguntou-me:

- já tiveste alguma vez nos quartos deste hotel?

- Não nunca tive. Só cá em baixo.

- então anda comigo, - disse-me ele. – têm umas vistas fantásticas para a praia.

E lá fui com ele, subimos, entrámos no quarto, ele mostrou-me as vistas e de repente diz-me que há coisas mais fantásticas ainda, virou-me para ele, agarrou-me na cintura e beijou-me fogosamente deixando-me sem ar. Em seguida eu empurrei-o para cima da cama e despi-lhe os calções, ele não tinha boxers, o que era de estranhar mas nessa altura eu percebi o porquê de sentir um vulto tao duro perto da minha vagina… mal o despi ele ficou corado e eu disse:

- Tu é que começas-te a brincadeira!

Agarrei-lhe o pénis e comecei a chupá-lo, comecei por lamber a cabecinha, desci a minha língua ate aos testículos, rodeando sempre o pénis e depois abocanhei-o, deixando apenas os testículos de fora. A certa altura achei que ele também tinha de me dar prazer, tirei os calções e o bikini e sentei-me em cima dele, encaixando perfeitamente o pénis na minha vagina. Eu cavalguei em cima dele ate não aguentar mais. Depois deitei-me na cama de lado e ele deitou-se atras de mim, levantou-me uma perna e começou a penetrar-me à canzana, deu-me um orgasmo bastante intenso mas não lhe chegava, tinha de me dar o segundo e deciciu fazer-me um minete. Quando eu atingi um segundo orgasmo, ainda mais intenso pois aquela língua fazia maravilhas, foi a minha vez de o satisfazer, ele sentou-se na cama e eu ajoelhei-me entre as pernas dele, ficando com a minha cara coladinha ao seu pénis, eu chupei-o e masturbei-o ate que ele estava quase a atingir o orgasmo e me avisou, eu tirei o seu pénis da minha boca e direcionei-o para o meu peito, fui atingida com todo o seu sémen, espalhei-o no corpo todo como se fosse um creme e depois fomos tomar um duche para tirar todo o odor a sexo dos nossos corpos.

CONTO ERÓTICO ESCRITO POR: ESCRITORA ERÓTICA

Domingo, 6 de Maio de 2012

CRISTIANA – FALTAS JUSTIFICADAS


Durante algum tempo, apesar de ainda novo, fui diretor de uma escola secundária, foram poucas meses mas muitos problemas, a grande maioria eram problemas sem importância mas havia um caso difícil de resolver. Em todas as escolas há sempre aquele ou aqueles alunos que quase nunca ou nunca aparecem nas aulas, comigo foi igual, a única diferença é que era uma aluna, a Cristiana, e não um aluno. Ela não aparecia na escola, não atendia o telemóvel e como já era maior de idade e até já vivia sozinha não valia a pena contactar os pais e mesmo que quisesse era impossível pois a aluna nem tinha disponibilizado os seus dados. Pensava em alternativas de a contactar e a única solução era ir até sua casa. Procurei o seu processo, encontrei a sua morada e um dia apos o final das aulas fui a casa dela para ver se conseguia falar com ela e para ver se a fazia voltar à escola e às aulas. Cheguei a sua casa, toquei à campainha e quando ela abre a porta eu nem queria acreditar no que estava a ver, a Cristiana esta apenas de fio dental, a fumar um charro e a pingar esporra das mamas:

- Cristiana!?!? Já viu o estado em que está? O que é que se passou?

- Estive a dar uma grande foda, há uns 2 minutos atrás Sr. Diretor. Até se deve ter cruzado com o gajo.

- Sim, cruzei-me com um rapaz mas não era o seu namorado.

- Mas quem é que falou do meu namorado? E afinal o que é que você quer?

- Eu vinha falar consigo sobre o seu percurso escolar.

- Entre…

Já dentro de casa, convidou-me a ir para a sala. Quando entro, na televisão estava um filme porno de uma mulher a fazer broches a uns dez homens, o ar que se respirava era a sexo e a droga, nem liguei e sentei-me ao lado dela, no único sitio disponível, mas havia uma coisa que me estava a perturbar bastante:

- A Cristiana não acha melhor limpar-se?

- A mim não me faz diferença, mas já que insiste…

Ela agarrou a minha mão, segurou-me dois dedos e limpou a esporra com eles, chupou-os enquanto me olhava nos olhos e não me disse mais nada. Aquela situação começava a excitar-me e muito e o meu pau já quase que respondia por mim, mas tentei ao máximo esconder a ereção e fui direto ao assunto que me levava a sua casa. Expliquei-lhe que ela já tinha muitas faltas e que tinha de resolver aquilo de alguma forma. A Cristiana olhou para mim, baixou o olhar até ao meu pau teso, impossível de esconder, olhou para a televisão e não hesitou nas palavras:

- Fique descansado porque eu tenho forma de justificar essas faltas!

- Olhe que não há médico que lhe passe algum atestado de tanto tempo.

- Mas há um diretor que vai ser muito bonzinho comigo!

E assim que disse estas palavras, ajoelhou-se à minha frente, desaperto-me as calças, deu-me o charro para a mão, o qual eu acabei por fumar até ao fim, tirou-me os boxers e começou a chupar delicadamente. A sua língua percorria o meu pau sem parar, ela deliciava-se com ele na boca, eu estava louco tesão e nem quis saber se ela era aluna da minha escola, agarrei a sua cabeça e forcei-a contra o meu pau e a Cristiana fez-me uma garganta funda fantástica, aquela gaja fazia broches divinais, tão bons que eu tive dificuldades em aguentar-me e depois de uns dez minutos de sexo oral espetei-lhe o pau bem fundo na boca e esporrei-me diretamente na sua garganta, ela não recusou e engoliu cada gota. Mal acabou o broche levantou-se, foi até à porta e abriu-a para que eu me fosse embora, eu fui sem contestar. Depois de já ter saído de sua casa ouvia-a a chamar-me:

- Olhe! Não se esqueça que eu tenho a sua esporra no meu estômago, portanto se não quiser ser acusado de sexo oral forçado justifique as faltas!

Eu não lhe respondi mas justifiquei-lhe as faltas e a partir desse dia tudo foi diferente, ela continuava a faltar mas por incrível que pareça não chumbou por faltas…

CONTO ERÓTICO ESCRITO POR: ESCRITOR ERÓTICO

Sábado, 14 de Abril de 2012

BRUNA - FELIZ ANIVERSÁRIO

Era dia de festa na casa de Bruna, o seu filho Mário fazia anos e tinha convidado uns quantos amigos para festejar e mais tarde o pai dele (ex-marido de Bruna) passaria por lá para o buscar e passar algum tempo com o filho no dia do aniversário dele.

Mário e os amigos estavam na sala a fazerem torneios de FIFA na XBOX e Bruna estava na cozinha a acabar de preparar um lanche para os rapazes. Tudo corria normalmente até que Mário entrou na cozinha a dizer que o seu pai já tinha chegado para os dois saírem, chegou mais cedo do que tinham combinado. Bruna chamou-o à atenção de que era desagradável deixar os amigos e que ela tinha preparado todo aquele lanche que agora seria desperdiçado, mas o rapaz queria mesmo sair com o pai, então despediu-se dos amigos e saiu com o pai. Bruna pediu desculpa pelo filho e disse aos rapazes que podiam ficar a jogar mais algum tempo, como teriam feito se o filho dela não tivesse ido embora, e depois podiam lanchar, pelo menos assim não se desperdiçava toda aquela comida. E depois Bruna reparou melhor no que tinha à sua frente, o filho tinha saído durante o resto do dia e ela estava sozinha em sua casa com oito rapazes, a maioria deles já tinham fodido com ela, e Bruna começou a ter umas ideias selvagens e começou a ficar húmida de excitação. Dos que ali estavam José, Hugo, Daniel, Carlos e o seu sobrinho Pedro já tinham fodido com ela, os outros três, Rui, Ivo e André não tinham tido essa sorte, ainda. Bruna começou a pensar no que oito rapazes jovens cheios de tesão lhe podiam fazer e ia ficando cada vez mais húmida, se ao foder com um ou dois homens já tinha prazer extremo imaginava como seria com oito, provavelmente desmaiaria de prazer. Não podia deixar esta oportunidade escapar, então interrompeu o jogo dos rapazes.
- Já que o Mário foi embora, porque é que não fazemos algo mais interessante do que jogar XBOX?
Os cinco que já haviam fodido com ela perceberam logo o que Bruna queria, mas os outros três não, por isso quando ela começou a despir a blusa e as calças foram apanhados de surpresa. Bruna ficou em lingerie em frente ao grupo de rapazes, soutien e cueca fio dental de renda vermelhos.
- Em vez de jogarem FIFA não preferem jogar FODA? São oito contra uma, mas eu aguento bem com vocês, não sei é se vocês aguentam comigo – provocou-os Bruna.
Todos os rapazes gritaram em concordância e de felicidade e começaram a tirar a roupa. Enquanto eles se despiam Bruna avisou-os:
- Só imponho uma regra: nada de se virem dentro da minha cona, se sinto alguém a vir-se dentro da minha cona acabou a brincadeira. E isto fica só entre nós, mais ninguém pode saber disto principalmente o meu filho.
Todos acenaram afirmativamente e então Bruna despiu a lingerie. Uma vez nua deu uma volta para os rapazes apreciarem bem o seu corpo e era ainda melhor do que eles tinham imaginado (isto para aqueles que ainda não a tinham visto nua). Os rapazes ainda não tinham caído em si de alegria, mesmo os que já tinham fodido com Bruna, a mãe do amigo deles de quem eles tanto falavam estava a oferecer-se para fazer coisas com eles que eles só pensavam que aconteceriam em sonhos.
Bruna foi para o meio dos rapazes e eles começaram a apalpá-la, oito pares de mãos percorriam todo o seu corpo e dedos já entravam no seu pito e cu, algo que eles faziam era enfiar os dedos no pito dela e depois mete-los à boca para saborearem o suco que escorria em abundância de dentro dela. Depois Bruna ajoelhou-se e foi a vez de ela provar o sexo deles, alguns deles ela já conhecia e nunca era demais repetir. Com os oito rapazes a formarem um
círculo à sua volta Bruna ia rodando por todos, sempre com uma pila na boca e uma em cada mão. Bruna estava a adorar toda aquela agitação de ir rodando de piça em piça, em menos de um minuto chupava oito pilas diferentes. Mas havia outros sítios onde aquelas oito pilas tinham que entrar, por isso quanto sentiu que eles já estavam tesos ao máximo foi deitar-se de barriga para cima na mesinha de centro da sala de estar e abriu-se toda para eles.
- Um de cada vez, escolham o buraco que quiserem, e fodam-me o melhor que conseguirem. E para os que estão à espera de me arrombar a cona ou o cu não se esqueçam que tenho as mãos e a boca sempre prontas a receber as vossas deliciosas piças.
Posto isto André foi mais rápido que os outros e enfiou-lhe logo a pila no cu, os outros foram-se distribuindo pelos restantes spots de diversão e iam alternando posições entre si. Bruna nem sabia a quem estava a fazer o quê, não sabia de quem era a pila que punhetava com a mão direita, não sabia de quem era a pila que punhetava com a mão esquerda, não sabia quem lhe estava a foder o cu ou a cona, pois a sua cabeça estava inclinada para trás e havia sempre um rapaz, que ela também não conseguia ver quem era, a foder-lhe a boca, a boca dela era penetrada com a mesma intensidade que a cona ou o cu, aquilo não eram meros broches, Bruna sentia as pilas dos rapazes chegarem-lhe à garganta. Às vezes um deles punha-se por cima dela, metia a pila no meio das mamas dela, apertava-as em torno dela e fodia-lhe as mamas, Bruna não se tinha lembrado que eles também podiam fazer aquilo mas eles não perderam essa diversão. Durante o tempo que aquilo durou Bruna não sabe quantas vezes se veio, mas foram mesmo muitas, e os rapazes também se vinham inúmeras vezes, ela sentia eles a virem-se dentro do cu dela, engolia quando se vinham na boca dela e sentia o esperma quente que saltava das pilas deles no seu corpo, sentia a esporra escorrer pelas suas mamas, pela sua cona até ao olho do cu, pelas suas pernas, na sua cara e na sua barriga, eles vinham- se e ficavam tesos novamente e voltavam a vir-se e a ficar tesos outra vez, eram incansáveis. Aqueles oito rapazes estavam a cobri-la de esporra e ela estava a adorar e queria mais e mais. E esse querer fê-la levantar-se, os rapazes ficaram à espera de novas instruções, ela empurrou Ivo que caiu sentado no sofá e montou-o enterrando a pila do rapaz totalmente no seu pito, os restantes rapazes continuavam à espera de instruções.
- O meu cu está com ciúmes da minha cona por ela ter uma piça enfiada e ele não – Hugo que estava mais perto saltou-lhe logo para cima e enterrou-lhe a piça no cu - E não se esqueçam que a minha boca e as minhas mãos também gostam muito das vossas pilas.
Os rapazes treparam para o sofá e em menos de 5 segundos Bruna tinha uma pila em cada mão e outra na boca. Os restantes rapazes batiam punhetas à espera da sua vez. Com a mesma voracidade com que dois rapazes a penetravam, Bruna chupava um terceiro e punhetava outros dois. Bruna foi duplamente penetrada de todas as maneiras possíveis, teve uma pila na cona e outra no cu ao mesmo tempo, duas na cona simultaneamente e duas no cu simultaneamente. Os buracos de Bruna nunca tinham estado tão abertos e era tão bom, Bruna só lamentava não ter feito aquilo antes, os orgasmos seguiam-se uns aos outros, houve alturas em que, por instantes, Bruna perdeu os sentidos de tanto prazer. Os rapazes iam trocando de lugares sucessivamente, Bruna montou-os todos e todos a montaram, sempre agarrada a duas pilas e a chupar noutra. Também os rapazes não paravam de se vir, mas sempre com o cuidado de não ejacularem dentro do pito de Bruna pois não queriam que aquilo acabasse. O cabelo dela estava húmido e peganhento com manchas de beita, pela cara, pescoço, mamas, barriga, costas, nádegas e pernas de Bruna escorria uma quantidade impressionante de esporra e essa quantidade não parava de aumentar, o tesão que aquela mulher dava aqueles rapazes era imenso e tornava-os incansáveis no ato de fode-la. Da sua parte, Bruna não se importava nada, pelo contrário, gostava e queria mais, não sabia que quantidade de beita já tinha engolido, mas queria mais, pois era delicioso.
Infelizmente para todos eles, não deixavam de ser humanos e os humanos cansam-se e com tudo aquilo era inevitável isso acontecer por isso quando o cansaço se tornou maior que o tesão era hora de terminar. Bruna deitou-se no sofá e pediu aos oito rapazes:
- Dêem-me um último banho com o vosso leite.
E eles não conseguiam dizer que não a nada que aquela mulher lhes pedisse, se já antes não conseguiam muito menos agora. Com a ajuda de Bruna e das suas mãos e da sua boca, as oito mangueiras deram um banho a Bruna confortavelmente deitada no sofá. Depois de despejarem tudo até à última gota os oito rapazes admiraram a sua obra. Bruna levantou-se e deu uma volta para eles verem melhor, ela estava coberta de beita da cabeça aos pés, cabelo, cara, pescoço, mamas, barriga, braços, pito, costas, nádegas, rego do cu, pernas, por todo o corpo escorria a esporra dos rapazes.
- Venham meninos, preparei um lanche. Acho que estamos todos a precisar de repor energias.
No caminho para a cozinha passaram por um espelho na parede da sala e Bruna viu o seu reflexo, viu o estado em que se encontrava, coberta com a beita daqueles oito rapazes.
- Uau, eu estou fantástica, uau. Eu tenho que ficar com uma recordação disto, imortalizar a minha imagem neste estado. Um de vós que me tire uma foto com o meu telemóvel.
- Pode filmar em vez de tirar uma foto. Um filme é melhor do que uma imagem estática – sugeriu Rui.
- Boa ideia, filma-me em todo o meu esplendor – concordou Bruna.
Pedro pegou no iPhone da tia e começou a filma-la, primeiro um plano geral, Bruna deu mais uma volta para que todo o corpo ficasse registado, depois o rapaz fez alguns close-ups das partes mais interessantes, do cabelo e da cara, das mamas, do pito e do cu, de dentro do olho do cu de Bruna escorria mais beita, não era de espantar devia ter quase tanta esporra dentro do cu como espalhada pelo corpo. Enquanto Pedro filmava Bruna deu um grande arroto, que a todos surpreendeu, inclusive a ela.
- Sabem a que é que estou a arrotar? – perguntou, retoricamente, Bruna – Estou a arrotar a esporra, à vossa esporra que engoli, foi tanta, sinto-me cheia dela, sinto mesmo o estômago cheio.
Depois foram para a cozinha e comeram o lanche animadamente, falando, comentando e trocando impressões sobre o que tinham acabado de fazer. Bruna não se limpava nem queria faze-lo, adorava mesmo estar coberta de beita, sempre que lhe apetecia lambia um pouco dela.
Infelizmente a hora dos rapazes se irem embora acabou por chegar e foi com tristeza que se despediram uns dos outros e de uma Bruna ainda coberta de esporra, mas Bruna "deu-lhes" alguma coisa para o caminho:
- Esta foi de longe a melhor tarde da minha vida e tudo graças a vocês. Muito obrigado meninos. E temos que repetir qualquer dia, porque já estou com saudades, se não fosse o risco de o Mário chegar a qualquer minuto, repetíamos já.
Os oito rapazes foram embora, mais animados sabendo que voltariam a foder a mulher das suas fantasias novamente. E Bruna ficou a pensar na sua vida nos últimos tempos, depois de se ter divorciado ficou mais de um ano sem foder, não aguentou mais e por impulso começou a foder com os amigos do filho e essa revelou-se a melhor decisão de toda a sua vida, aqueles rapazes apesar de novos e inexperientes são incansáveis e dão-lhe tudo o que ela quer as vezes que ela quiser e o estado em que se encontrava era a prova disso, apesar de se poder ver as vezes que quisesse no filme, Bruna ficou muito triste por ter que lavar tudo aquilo do seu corpo, sentia-se mesmo bem coberta de esporra, os rapazes iam ter que voltar a deixa-la naquele estado num futuro bem próximo. Já diz o ditado "Não há fome que não dê em fartura".

CONTO ERÓTICO ESCRITO POR: FERNANDO PESSOA

Quinta-feira, 5 de Abril de 2012

BRUNA - FAMÍLIA UNIDA

Na segunda-feira seguinte ao sábado em que a sua irmã e o sobrinho estiveram em sua casa, Bruna foi à casa da irmã depois do trabalho devolver-lhe o telemóvel, pois ela tinha-se esquecido dele na sua casa. Tocou à campainha e quem veio abrir a porta foi o seu sobrinho Pedro. Entraram.

- A tua mãe? Venho devolver-lhe o telemóvel, ela esqueceu-se dele no sábado quando lá estiveram, ela já deve ter andado à procura dele.
- Ela até já pensava que o tinha perdido. Mas ela ainda não chegou do trabalho, nem o pai.
- Se estamos aqui sozinhos, que me dizes de dares à tia mais daquele leite delicioso que me deste no sábado e que tens aí, nos teus lindos colhões.
Em resposta o rapaz nada disse, começou logo a desapertar as calças. Bruna sentou-se no sofá em frente ao sobrinho e começou a chupa-lo, a pila dele entrou na boca dela mole e saiu rija. Pedro agarrava a cabeça da tia enquanto ela o chupava. Tão absorvidos estavam pelo que estavam a fazer que não deram conta quando Rodolfo, marido da irmã de Bruna e pai de Pedro entrou em casa. Rodolfo entrou em casa e deu de caras com a sua cunhada a fazer um broche ao sobrinho dela, seu próprio filho.
- Mas que raio vem a ser isto? – gritou Rodolfo. Bruna e Pedro apanharam um grande sustou, o rapaz vendo o pai apressou-se a puxar as calças para cima. Como os dois ficaram parados a olhar para ele sem dizer nada Rodolfo perguntou outra vez – Que pouca vergonha vem a ser esta em minha casa?
Refeita do susto Bruna respondeu:
- Acalma-te, pára de berrar. Qual é o problema de fazer um broche ao meu sobrinho favorito?
- O problema é mesmo esse, é teu sobrinho, é tua família, é doent…
- Deixa-te de merdas – interrompeu-o Bruna – tu também és meu cunhado e se tivesses oportunidade bem me saltavas para cima – Rodolfo fez cara de indignado – não te faças despercebido, eu bem vejo como tu olhas para as minhas mamas ou para o meu rabo, quando a minha irmã não está por perto. A minha irmã não está por perto agora, se fores esperto e te deixares de merdas esta pode ser a tua oportunidade. Com uma condição vou acabar o que comecei com o meu querido sobrinho.
Rodolfo não podia deixar escapar a oportunidade, de certeza que nunca mais teria outra e o que Bruna disse era de facto verdade, ele olhava para ela com lascívia, apesar de ser cunhado dela fantasiava com ela e já tinha até pensado nela ao fazer sexo com a sua esposa. Foi juntar-se ao filho e à cunhada. Como Pedro já estava teso não precisava mais dos serviços orais de Bruna e podia começar a satisfaze-la, por isso sentou-se no sofá, Bruna pôs-se em cima dele de costas para ele e enterrou a pila do sobrinho no pito. Entretanto Rodolfo desenvencilhou-se das calças e pôs-se em frente a Bruna e ela começou a dar-lhe o que ele, até aí, só tinha em sonhos. Ao chupar o cunhado Bruna não evitou lembrar-se que era aquela a pila que fodia a sua irmã e isso deixou-a ainda mais excitada e começou a saltar com mais vigor em cima do sobrinho. Não demorou muito para Rodolfo ficar bem teso e assim que isso aconteceu Bruna puxou-o para o sofá e pôs-se em cima dele, a rata dela não esteve um
segundo sequer sem estar penetrada, assim que saiu a pila do sobrinho entrou a do cunhado. Pedro ficou sem saber o que fazer, mas a tia depressa o instruiu:
- De que estás à espera para me enrabar? Não tens saudades do meu cuzinho? Ele sente a tua falta dentro dele?
Pedro mostrou à tia como também sentia saudades do cu dela, penetrou-a no cu bem fundo e bombou bem forte enquanto o seu pai fazia o mesmo na cona. Bruna reparou no que estava a acontecer, pai e filho, o seu cunhado e o seu sobrinho estavam dentro dela e isso excitou-a ainda mais ao ponto de se vir. Depois de se vir estava na hora de mudar de posição. O cunhado queria comer-lhe o cu e ela queria voltar a beber o delicioso leite do seu sobrinho. Bruna pôs-se de quatro em cima do sofá, arrebitou o cu para o cunhado e abriu a boca para o sobrinho. Os dois homens serviram-se do que ela oferecia e novamente Bruna tinha duas pilas dentro dela, mas desta vez uma na boca e outra no cu. Bruna começou a chupar o sobrinho avidamente pois estava desejosa de provar o leite do rapaz e Rodolfo enrabava-a brutamente, pois aquilo era um sonho que ele nunca pensou que se concretizar-se-ia e a realidade era ainda melhor que o sonho, a cunhada ficava linda de quatro a abanar ao ritmo das suas estocadas. Mais uma vez Bruna estava a adorar tanto aquilo que não tardou a vir-se novamente e a seguir a ela foi a vez do cunhado que lhe encheu o cu de beita e depois o sobrinho que lhe saciou a sede com o seu delicioso leite.
Depois disso recompuseram-se e quando a irmã de Bruna, esposa de Rodolfo e mãe de Pedro chegou a casa os três estavam a conversar, mas na presença dela tiveram que mudar de assunto.

CONTO ERÓTICO ESCRITO POR: FERNANDO PESSOA