Terça-feira, 21 de Fevereiro de 2012

INÊS R. – DEPOIS DO JANTAR, A SOBREMESA!

Fui com os meus pais jantar a casa de uns amigos deles, não me apetecia nada aguentar um jantar que ia ser uma seca, ainda por cima nem sabia quem eram os amigos, mas eles lá me convenceram pois era bom para a carreira do meu pai e como eles disseram que o casal amigo deles tinha uma filha até ia mais contente, mas já imaginando alguma miúda feia. Mal chegamos os amigos deles receberam-nos muito bem e convidaram-nos a entrar, mas avisaram que a filha estava um pouco demorada porque se estava a arranjar. Eles foram conversando os quatro e passados poucos minutos começo a ver umas pernas lindas a descer as escadas, nuns saltos altos pretos e conforme ela ia descendo, ia vendo que era um vestido curtíssimo, cai-cai, também preto, mas fiquei sem reacção foi quando vi a cara dela, era a Inês R., uma amiga minha que eu não via há alguns anos, continuava com a mesma carinha de marota que tinha nos tempos de escola, mas naquele tempo ela era mesmo marota, e não só, provocava os rapazes, atirava-se a todos os que queria e bastava querer que tinha todos a seus pés, como teve mais de metade dos rapazes da escola, eu incluído. Ela veio até mim:

- Olá João! Bem, já não nos víamos há uns aninhos. Ainda te lembras de mim?

- Olá Inês. Claro que me lembro. Achas mesmo que algum rapaz daquela escola se esqueceu de ti?

- Com o passar do tempo nunca se sabe.

- Olha que não! Sabes bem que todos te queriam. E se te vissem agora ainda iam querer mais.

 Como eu mesmo queria naquele momento. Devorar aquele corpo como se não houvesse amanhã, dar-lhe tudo de mim numa foda inesquecível. Fomos falando durante o jantar sempre muito distraídos com conversas do passado de um e de outro. O jantar entretanto terminou e a sobremesa ia ser servida, leite-creme.

 - Parece estar delicioso, mas vou comer no quarto. João, quero mostrar-te uma coisa, vens comigo lá para cima? – Disse a Inês.

 -Sim, claro que sim. – Disse logo eu sem demoras.

 Assim que entrámos no quarto a Inês apanhou na minha taça da sobremesa, pousou em cima da secretária junto com a dela, trancou a porta e disse:

- O leite que eu quero é outro! Tira as calças que eu vou-te mostrar que continuo a mesma desde os tempos de escola!

Não hesitei um segundo sequer, ainda ela não tinha terminado de falar já eu estava a desapertar as calças que logo caíram no chão, junto da minha camisa e do seu vestido. Aquele corpo estava ainda melhor, quanto ela tirou o vestido estava apenas de fio dental, um fio dental preto de renda, e sem soutien, vendo-se o seu belo e firme peito. Sentei-me na cama, a Inês veio caminhando até mim, ajoelhou-se à minha frente e começou a fazer aquilo que melhor sabia, broches. Broche tão bom como aquele só o que ela me tinha feito há uns anos. A língua dela deslizava pelo meu pau como se fosse um gelado, punhetava-me freneticamente com uma mão e com a outra massajava-me as bolas, a sua língua percorria a minha cabecinha enquanto a sua boca não estava abocanhando o meu pau por completo, tirava novamente para fora e cuspia para lubrificar chupando tudo de novo e metendo o meu pau no meio das suas mamas, fazendo-me uma fantástica espanholada e com a ponta da língua acariciando o meu pau, ao mesmo tempo que olhava para mim com uma cara de tesão que me deixava louco.

- Vá, dá-me a minha sobremesa. – Dizia ela.

- Só depois de eu ter a minha! – Respondi-lhe.

Tirei-lhe o pau da boca, empurrei-a, ficando deitada no meio do chão, pronta para ser fodida. Comecei por lhe beijar os pés, fui subindo pelas pernas até chegar à sua coninha, afastei a fisga e comecei a lubrificá-la bem. Depois de bem molhadinha voltei a subir e enquanto a penetrava com força e convicção devorava as suas mamas redondinhas e de bicos tesos que eu devorei a mordidelas. Penetrava a Inês com bastante força e ela não se queixava, só pedia mais e mais até que começou a gemer baixinho, para que os nossos pais não nos ouvissem, com o orgasmo que eu tinha acabado de lhe dar. Aqueles gemidos fizeram com também eu estivesse próximo de atingir o orgasmo, avisei a Inês, ela logo se colocou em posição, eu já em pé e ela de joelhos com a boca aberta acabou por receber a sobremesa que tanto queria, o meu leite. Depois daquela foda tivemos a recuperar fôlego antes de voltarmos para a sala e a Inês não se conteve e perguntou:

- Afinal continuo ou não continuo a mesma desde os tempos de escola?

- Não, agora estás muito melhor!


CONTO ERÓTICO ESCRITO POR: ESCRITOR ERÓTICO

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