Domingo, 26 de Fevereiro de 2012

BRUNA - SLEEPOVER

Certa noite uma amigo do Mário foi dormir lá a casa, Carlos era o seu nome. Depois de os rapazes terem ido para o quarto Bruna ainda ficou a ver televisão na sala e depois, antes de se ir deitar foi tomar banho. Depois de sair da banheira e enquanto se secava Bruna reparou que Carlos estava do lado de fora a espreitar pela frincha da porta entreaberta. Apercebendo-se disso Bruna decidiu que iria aproveitar para se divertir com o rapaz e começou a expor-se descaradamente na direção da porta, abrindo as pernas, empinando o rabo, apalpando as mamas, enquanto se secava. Quando se secou totalmente, Bruna fingiu que ia buscar qualquer coisa ao armário da casa de banho e abriu a porta de repente. Carlos apanhou um susto e ficou imóvel, Bruna agarrou-o pelo colarinho do pijama e puxou-o para dentro da casa de banho e fechou a porta. O rapaz continuou paralisado a olhar para Bruna que não se tinha dado ao trabalho de se tapar e o encarava.

- Gostaste do espetáculo, Carlos? Onde está o Mário? Não achas que ele ia ficar zangado se apanhasse o amigo a espiar a mãe dele?
- Ele já está a dormir… - começou rapaz a dizer, mas isto era tudo o que Bruna queria saber e interrompeu-o:
- Então faz pouco barulho para não o acordar-mos.
E dizendo isto ajoelhou-se, baixou as calças de pijama ao rapaz e começou a chupa-lo. Carlos continuou paralisado, com exceção do seu pénis que ia ficando mais rijo a cada chupadela de Bruna. Bruna estava a adorar voltar a chupar uma pila depois de tanto tempo sem o fazer, já se havia esquecido a que é que sabia e a de Carlos era ótima, Bruna lambia-a desde os tomates até à ponta e enfiava-a na boca até ao talo. Enquanto chupava Carlos, Bruna, esfregava a rata para ficar húmida para o que se seguiria.
- Vou vir-me – disse Carlos a dada altura.
- Não, vais não – respondeu Bruna muito depressa e parando imediatamente de o chupar – só te podes vir depois de eu me vir. Achas que ando a fazer broches a troco de nada?
Bruna pôs-se de pé e levantou uma perna apoiando-a no bidé e com o indicador e o dedo médio começou a abrir os lábios da vagina. Mais uma vez Carlos fitava aquilo sem nada fazer.
- O tempo de olhar já acabou. Está a hora de dares bom uso à pila – disse Bruna incitando-o.
Então Carlos aproximou-se dela e penetrou-a. Começou a fode-la esforçando-se ao máximo por não se vir e dar a Bruna o que ela queria. Como Carlos era mais baixo que Bruna a cabeça dele ficava mesmo ao nível das mamas dela e com aquelas duas tetas mesmo em frente a ele aproveitou para mamar nelas.
- Uh, finalmente estás a perceber a ideia. Assim está melhor – reagiu Bruna.
E agarrou na cabeça do rapaz e apertou-a contra as mamas incentivando-o a continuar. Até que finalmente Bruna veio-se, Carlos com a cabeça enterrada no meio das mamas dela nem se apercebeu disso e continuava a malhar-lhe na cona, então Bruna tirou-o de dentro de si e voltou a ajoelhar-se.
- Agora já podes vir-te – disse ela batendo uma punheta ao rapaz.
Não foi preciso punhetar muito e o rapaz veio-se, disparando esperma para as mamas dela. Depois de Carlos parar de ejacular o seu esperma escorria pelas mamas de Bruna até aos bicos e pelo rego.
- Muito bem, grande descarga, assim já não preciso de gastar creme para o corpo – disse Bruna espalhando o esperma de Carlos pelas mamas e pela barriga – Agora volta para o quarto e vai-te deitar, nunca se sabe se o Mário pode acordar.
Carlos obedeceu. Bruna acabou de se arranjar e também se foi deitar e adormeceu sentindo-se bem e satisfeita duma maneira como há muito não adormecia e sentindo o agradável aroma do sémen de Carlos que o seu corpo emanava.

CONTO ERÓTICO ESCRITO POR: FERNANDO PESSOA

1 comentários:

  1. só os meus amigos é que não têm mães destas

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